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A Pousada Vie do Capão auxilia no contato dos hóspedes com guias locais e com a associação de guias da Caeté-Açu.
Por questão de segurança, é recomendado que os visitantes estejam acompanhados de guias na maioria dos passeios.

 

PONTOS TURÍSTICOS, EVENTOS E CULINÁRIA

 

Cachoeiras:

Cachoeira da Fumaça – o ponto de partida para os 6km de caminhada é ainda no Vale, bem na sede da Associação dos Condutores. É de lá que adultos, jovens e crianças encaram uma subida de cerca de mil metros até encontrarem a cachoeira, que tem 380 metros de queda livre, e se depararem com uma vista exuberante. O percurso dura duas horas na ida e mais duas horas na volta. A trilha é autoguiada, mas em alguns pontos é possível se perder. No entanto, é uma das duas possíveis de serem feita sem acompanhamento de guia.

Riachinho – passeio que não precisa de guia, praticamente não tem trilha. O local tem cachoeiras com águas cristalinas.

Rodas e Rio Preto – Até as Rodas, são 40 minutos de caminhada e, de lá, mais 30 até o Rio Preto. O terreno é acidentado, com desníveis. As águas são bem escuras e profundas (o Rio Preto tem 30 metros de poço).

Angélicas/Purificação – Partindo da Vila de Caeté-Açu, é preciso andar cerca de uma hora até as Angélicas, onde é possível se banhar em águas cristalinas. De lá, com mais meia hora de trilha em terreno acidentado, parte dela realizada saltando as pedras do rio, chega-se à cachoeira da Purificação. A cachoeira tem cerca de 10 metros. Antes e depois da trilha, é possível comer deliciosos pastéis de palmito de jaca e tomar caldo de cana.

Conceição dos Gatos – A cerca de 10km do Vale do Capão encontra-se o vilarejo de Conceição dos Gatos, onde é possível encontrar algumas cachoeiras ótimas para banho. Explorando a Cachoeira do Meio, ou Boa Vista, você pode se deliciar em águas tranquilas e refrescantes. A caminhada dura de 10 a 15 minutos até chegar ao poço.

Águas Claras – Terreno plano, ao pé do Morrão. Os visitantes encontram águas cristalinas depois de cerca de duas horas e meia de caminhada.

ATENÇÃO!
É proibido fazer fogueira no parque. Lembre-se, o perigo de incêndio é grande. Uma simples faísca levada pelo vento pode ter uma consequência devastadora. Respeite a natureza e traga todo seu lixo de volta.

Com informações do G1.

Trilhas:

Mixila – é considerada a trilha mais difícil da Chapada Diamantina. Nos cerca de quatro dias de percurso, é possível conhecer cachoeiras como Palmital, Capivara e a Fumaça por baixo. O cânion do Mixila é fechado. Para chegar até lá, é necessário atravessar o equivalente a duas piscinas olímpicas em águas turvas. A cachoeira fica escondida e raios de sol entra na queda d’água.

Morrão – a trilha tem um certo grau de dificuldade, por ser um terreno íngrime, com desníveis consideráveis. Para chegar até o topo do morro e voltar, leva-se cerca de cinco horas. De cima, avista-se o Vale do Capão e, do outro lado do morro, o Vale do Pai Inácio.

Vale do Pati – é parecido com o Vale do Capão, mas sem luz elétrica e entrada de carro. Moram no local algumas famílias, remanescentes da tradição do cultivo do café, e que hoje vivem basicamente do turismo. No percurso, o trilheiro encontra picos altos como o Cachoeirão, que é semelhante à Fumaça, porém 100 metros menor. Quando chove, no cânion aparece mais de vinte cachoeiras. Também tem o Castelo, uma montanha parecida com o Morrão, mas que, no topo, possui uma caverna. A trilha dura, no mínimo, três dias.

ATENÇÃO!
É proibido fazer fogueira no parque. Lembre-se, o perigo de incêndio é grande. Uma simples faísca levada pelo vento pode ter uma consequência devastadora. Respeite a natureza e traga todo seu lixo de volta.

Com informações do G1.

Eventos:

Diversos eventos são realizados durante o ano inteiro no Vale do Capão, atraindo turistas de diversas parte do mundo. Confira os mais importantes:

– Festa do Padroeiro São Sebastião (Janeiro)
– Festival de Jazz (Setembro)
– Festival de Reggae (Outubro)
– Apresentações de artes no centro da vila
– Feiras nos finais de semanas e feriados
– Forró nos finais de semana
– Circo com espetáculos e oficinas

Culinária:

Farofa de garimpeiro – A farofa foi criada pelos garimpeiros que ficavam pelas matas e precisavam de um alimento que os sustentassem por horas e que também fosse conservado por dias. A farofa é feita com carne do sol frita, temperada, seca e prensada. O processo vale a pena e o resultado é de dar água na boca.

Godó de banana – O godó de banana é uma das deliciosas invenções gastronômicas dos garimpeiros da região. O saboroso ensopado é um prato tradicional feito com carne de sol e banana-verde e pode ser acompanhado com arroz, feijão, farofa e salada.

Cortado de palma – Comum no sertão nordestino, a palma é um cacto utilizado na alimentação do gado, mas ela também entra em nossa culinária e é uma delícia. O prato é servido em pequenos cubos e combina como acompanhamento para pratos típicos, como o godó de banana, feito com carne de sol e banana-verde.

Palmito de jaca – O alimento já caiu no gosto dos turistas e faz o maior sucesso na região. Do broto da fruta verde, que quando cortado e cozido lembra o palmito, são preparadas moquecas, substituindo o peixe, camarão e outras espécies do mar. A iguaria também serve para recheio de salgados, principalmente o pastel.

Cachaça e Cerveja – A Chapada Diamantina produz uma das melhores cachaças do país. As principais marcas são: a orgânica Serra das Almas, de Rio de Contas, considerada a melhor do Brasil; a Abaíra e a Cachoeira do Buracão. O Vale do Capão e Lençóis se destacam no ramo da cervejaria artesanal. Os turistas ainda podem visitar os alambiques e conhecer todo o processo de produção. Muitas das bebidas são exportadas para diversos países e podem ser provadas em bares e restaurantes da região.

Café – A Chapada Diamantina possui uma produção de café gourmet e café especial reconhecida e premiada no Cup of Excellence, concurso que nasceu no Brasil e hoje acontece em diversas partes do mundo. Os grãos são considerados de alta qualidade e as principais marcas comercializadas na região são: Gourmet Piatã, Rigno, Natura Gourmet, Terroá, Serra das Almas e Latitude.

Mel – Além do café, a Chapada Diamantina é uma grande produtora de mel. O produto produzido pela Associação de Apicultura e Meliponicultura do Vale do Capão, responsável pelo mel Flor Nativa, o mais vendido na região, é destaque no assunto pela certificação orgânica e já recebeu várias premiações na Bahia e no Nordeste.

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